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Tomás de Aquino
Postado em:02/04/2016 às 15:51 
A Ética Filosófica em Tomás de Aquino
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Postado em:28/03/2015 às 23:49 
Humildade e exaltação: A dinâmica do amor
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Deus é um seio – Narrativas evangélicas
No filme de Mel Gibson, A Paixão de Cristo, o que mais me impressionou foi a absoluta fidelidade de Nosso Senhor a Ele m
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Marxismo: A “sacrossanta” anulação do amor ao próximo por amor à humanidade
Um dos rituais judaicos para expiação dos pecados consistia no fato de toda comunidade colocar as mãos sobre um bode e c
Postado em:30/09/2014 às 17:54 
Deus, Filosofia e Vida – Uma primeira aproximação
Há muito escrevi este texto. Não faço ideia em que gênero literário enquadrá-lo.  Também não julgo que seja desti...
Humanidades
por: - Data:02/09/2013 às Horário: 18:52
Deus na Filosofia: Apresentação de Quatro Artigos
Anexos do Artigo: 

Pedimos licença para mostrar este pequeno ensaio, que pretende ser uma “Apresentação” para quatro modestos textos de nossa lavra sobre Teodiceia [Com ênfase em Tomás de Aquino]. A elaboração deste texto causou-nos particular alegria. Querendo pensar Tomás naquilo que, em sua obra, assenta as suas raízes no pensamento grego, tentamos volver os nossos olhos àquela aurora grega, na qual a vigília da palavra dava lugar à abertura que é própria do espírito humano. Porém, só pudemos fazê-lo com a preciosa ajuda doutra sentinela, grande conhecedor do idioma helênico, no qual não temos fluência. Trata-se do amigo, Otávio de Lima, brilhante exegeta que nos ajudou neste texto a, por alguns breves momentos de rara transfiguração intelectual, pensar a filosofia em suas raízes gregas, e em grego. Uma palavra. O pensamento é uma forma de vida; para nós, homens, a mais alta. Porém, por nossa própria natureza, a vida não começa com o pensamento, mas com a experiência dos sentidos. Por outro lado, esta, justamente porque experiência de um ser pensante, faz-nos, num dado momento, destacar das coisas; conduz-nos, por assim dizer, a existir não entre as coisas, mas, por um certo estranhamento, diante delas. Assim, as coisas como que começam a existir por si e nós também. Nasce, desta feita, a possibilidade de as coisas e nós mesmos podermos ser objetivados, isto é, conhecidos enquanto diversos. Aí começa o filosofar [Vide: MARÍAS, Julián. História da Filosofia. Trad. Cláudia Berliner. Rev. Franklin Leopoldo e Silva. São Paulo: Martins Fontes, 2004. pp. 3-8]. A filosofia, portanto, implica um jeito de viver, de resto, intrínseco à natureza humana, e a história da filosofia é a história de vidas que não se contentaram em ser o que são, mas, distinguindo-se das outras coisas num primeiro momento, puderam, noutro, assimilá-las por si, a fim de poderem dizer, ou ao menos tentarem, com um pensamento nascido da experiência, o que as coisas são. Não apenas como transcorreram, mas o que são. De fato, o conhecimento é este tornar-se outro enquanto outro, e a história da filosofia, a consignação deste conhecimento, saber descoberto por vidas que pensaram a existência e a experiência. Por isso mesmo, a história da filosofia é viva na mesma medida em que capta e grafa o que as coisas são. Sim,  a história da filosofia é a expressão da vida do pensamento e a vida do pensamento só é autêntica quando encontra o ser e a verdade, verdade que é a adequação do intelecto à realidade, ao ser. Não há, destarte, separação rigorosa entre vida contemplativa e vida ativa, entre filosofar e história da filosofia, pois a vida contemplativa nasce da ativa (como o conhecimento intelectual do sensível) e volta a se transbordar nela pelo ensino e pela palavra comunicada; a história da filosofia nasce da experiência do filosofar e, por isso, o estudo da história da filosofia, se esmera por veracidade, deve fazer-nos voltar à experiência do filosofar. É mister sempre volvermos da palavra à realidade, a fim de conhecê-la (a realidade) mais profundamente e significá-la mais profundamente. Precisamos da experiência não só para conhecer, mas para conhecer melhor, pois ninguém consegue exaurir sequer a essência de uma mosca. Do quanto dissemos, decorre ainda que deve haver entre o que pensamos e o que vivemos grande conformidade. Não conformidade “moralista”, mas existencial, vital, porque pensar é verdadeiramente um modo de viver. Em outras palavras, para se chegar à verdade lógica urge que sejamos antes verdadeiros. Outra coisa a se destacar é que o filosofar dá-se no tempo e no espaço, e o seu sujeito, a saber, o homem, não vive sozinho. Sendo assim, como a filosofia é uma forma de vida humana, ninguém filosofa sozinho. Donde, ao filosofar, o homem é inserido, ipso facto, na história da filosofia. Enfim, é com este enfoque hermenêutico que veiculamos esta “Apresentação” e os próprios ensaios, cujos links se encontram no final do texto. Há, ainda, outra Apresentação, a saber, acerca das motivações que nos levaram aos quatro ensaios. Por motivo circunstancial, divulgá-la-emos noutra oportunidade. Em breve!

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   Documentos da notícia:
 Apresentacao_quatro_artigos.pdf
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