Várzea Grande/MT,
-
1 Usuário Online
Já temos  visitas
desde o dia 03/03/2008
  MENU
  FILOSOFIA
  TEOLOGIA
- Links de Filosofia IV
- Links de Filosofia III
- Links de Filosofia II
- Links de Teologia
- Links de Filosofia
- A Ética Filosófica em Tomás de Aquino
- Humildade e exaltação: A dinâmica do amor
- Deus é um seio – Narrativas evangélicas
- Marxismo: A “sacrossanta” anulação do amor ao próximo por amor à humanidade
- Deus, Filosofia e Vida – Uma primeira aproximação
Tomás de Aquino
Postado em:02/04/2016 às 15:51 
A Ética Filosófica em Tomás de Aquino
Como diria Gonzaguinha, começaria tudo outra vez, se preciso fosse! Certamente não da mesma forma, até porque  nu...
Postado em:28/03/2015 às 23:49 
Humildade e exaltação: A dinâmica do amor
Apesar de lançado agora, há muito escrevi este artigo. O autor do livro do Eclesiástico afirma: “Não ordenou a ninguém s
Postado em:01/03/2015 às 15:28 
Deus é um seio – Narrativas evangélicas
No filme de Mel Gibson, A Paixão de Cristo, o que mais me impressionou foi a absoluta fidelidade de Nosso Senhor a Ele m
Postado em:17/12/2014 às 12:34 
Marxismo: A “sacrossanta” anulação do amor ao próximo por amor à humanidade
Um dos rituais judaicos para expiação dos pecados consistia no fato de toda comunidade colocar as mãos sobre um bode e c
Postado em:30/09/2014 às 17:54 
Deus, Filosofia e Vida – Uma primeira aproximação
Há muito escrevi este texto. Não faço ideia em que gênero literário enquadrá-lo.  Também não julgo que seja desti...
Links
por: - Data:02/04/2020 às Horário: 19:34
Links de Filosofia III
 

1)        Eclipse de Deus - Logos Ludens, o Deus que cria brincando, por Prof. Dr. Luiz Jean Lauand. Antigamente pensava que escrever era ler um texto e explicá-lo com outras palavras, trocar um verbo por outro. Hoje estou aprendendo que escrever é transpor o léxico da vida para o léxico da escrita propriamente dita. Lecionar não é só descrever um acontecimento. Lecionar é ensinar o aluno a transmudar a gramática dum acontecimento quotidiano em literatura. Quando conseguimos captar os vocábulos do real e convertê-los (isto é, torná-los entendíveis a uma área do saber) com fidelidade ao glossário de um setor do saber, temos aquela adequação do intelecto à realidade que Tomás chama verdade. Todo escritor tem de ter em mente dois dicionários, a saber, o da vida e o da zona do conhecimento à qual ele quer comunicar o que viu e ouviu, à qual ele quer transmitir a experiência que testemunhou. O mundo é um livro; a vida, uma escritura. Ora , ser escritor é conseguir transformar eventos em textos legíveis a homens ainda desatentos ou esquecidos. Temos a nosso favor o fato de as coisas mesmas serem inteligíveis, de serem elas próprias palavras, porque criadas por Deus, porque provindas do Logos divino. O desenrolar dos acontecimentos é como uma carta, um poema; a criação mesma é uma obra. Assim, insisto, podemos transformar fatos em letras compreensíveis a um leitor. Leiamos, pois, o vocabulário que ora se nos apresenta o cenário atual, o que a Providência divina coloca agora ante os nossos olhos ofuscando-os, a fim de que possamos grafá-lo com o alfabeto da escrita humana e assim torná-lo compreensível às gerações vindouras. Compreensível até certo ponto, claro, porque as criaturas são concebidas por uma luz infinita:

https://www.youtube.com/watch?v=7-i1T1fJsUU

2)       Francesco Fronterotta – A linguagem no pensamento de Platão. Podem-se destacar dois aspectos: a relação que existe entre os nomes e as coisas e a natureza e a estrutura do lógos. Quanto ao primeiro aspecto, consultemos o controvertido diálogo Crátilo. Nele, os interlocutores se defrontam com duas teses. A primeira pode ser chamada naturalismo linguístico. O naturalismo linguístico defende que há uma correspondência natural entre os nomes e as coisas. Os nomes reproduzem essencialmente a fýsis ou a oysía das coisas. Sendo assim, os nomes dependem da fýsis ou da oysía das coisas. A segunda tese, que se contrapõe a esta, é a que hoje chamamos convencionalista. Segundo ela, os nomes procedem de uma convenção feita entre os homens, que concordam em atribuir determinados nomes às coisas. Não fica muito claro à qual das teses adere Platão, se é que adere a alguma. O que parece certo no Crátilo é que para fazer uso adequado dos nomes, importa recorrer a uma espécie de demiurgo dos nomes. O demiurgo é um artesão apto a construir um objeto, porque sabe o uso que fará dele, sabe a que ele vai servir. No caso, este demiurgo é um onomaturgo, artesão de nomes. Sua missão é atribuir nomes às coisas, exatamente porque conhece as coisas a que estes nomes vão-se referir. Este onomaturgo é versado numa forma específica de conhecimento, que Platão denomina dialética. De fato, como pela dialética este onomaturgo é capaz de conhecer a essência das coisas, ele está em grau de forjar ou fabricar o nome delas, nomes estes que corresponderão à natureza delas. Parece, enfim, que Platão adere a um naturalismo linguístico. Assim, os nomes estão subordinados às coisas que eles nominam. São ícones ou imagens delas. Os nomes são mimmata, isto é, imitações (mímēsis= imitação) das coisas que são, ou melhor, são dēlōmata, termo que vem do verbo dēlóō, que significa mostrar, revelar. Por conseguinte, o nome é dlōma, porque revela, manifesta a coisa que nomina, mas também porque nos exorta a nos voltarmos à coisa que nomina, à coisa que é. A linguagem é, então, por um lado, um espelho das coisas que são, mas, por outro, um instrumento capaz de nos fazer voltar às coisas mesmas. De resto, permanece certo que existe uma correspondência imediata entre os nomes e as coisas, estando os nomes subordinados às coisas. Quanto ao segundo aspecto, vale lembrar, a natureza e a estrutura do lógos, devemos recorrer a outro diálogo, o Sofista. Da fase mais madura de Platão, também este se trata de um diálogo muito complexo e controverso. De mais a mais, só no fim do diálogo, cuja primeira intenção é opor o sofista ao filósofo, que o autor trata da natureza e estrutura do lógos. O dilema que introduz este tema é o do verdadeiro e do falso. No bojo dos nomes (onómata), Platão distingue duas tipologias de termos linguísticos: o ónoma (nome) propriamente dito, que é aquele que cumpre uma determinada ação, em termos hodiernos, é o sujeito de uma proposição, e o rhma, que é a ação cumprida pelo sujeito, em termos atuais, seria o predicado ou o verbo. Isoladamente estes termos não são passíveis de verdade ou falsidade. Verdade ou falsidade só encontra lugar, quando se conecta um sujeito a um predicado, um ónoma a um rhma. Esta conexão, Platão a chama symplok. Ela é o primeiro e basilar elemento de significatividade do lógos, ou seja, do discurso. Por exemplo, quando digo: o homem dorme, o cavalo corre, estou entrando no âmbito da significatividade, estou significando, estou relacionando. E é neste contexto, e só neste contexto, que se coloca a questão do verdadeiro ou do falso. Mas quando este nexo predicativo é verdadeiro ou falso? O discurso verdadeiro é aquele que diz coisas que são e como são. O discurso falso é aquele que também diz coisas que são, mas não como são. Por exemplo, se digo: o homem voa. Estou efetivamente falando de coisas existentes, homem e voar, mas não como são, pois um homem não voa. O nexo, portanto, é falso. Mas, se ao contrário, digo: o homem é bípede ou o homem é um animal racional, a coisa muda de figura. No caso, digo coisas que não somente efetivamente existem (homem, bípede, animal, racional), mas como realmente são, porque, de fato, o homem é bípede e racional. O nexo, portanto, é verdadeiro. Desta forma, Platão não recai no paradoxo sofista, segundo o qual o falso é o que não é e, ipso facto, é impossível. Ao mesmo tempo, qual corolário espontâneo, o autor refuta ainda a tese, também sofista, de que todos os discursos são necessariamente verdadeiros. Com efeito, Platão separa a questão da verdade ou falsidade de um discurso do simples referimento imediato às coisas que são, separa o falso do puro não ser. Sem a symplok, ónoma e rhma podem se referir a coisas que são ou que não são (quimeras, por exemplo), mas este simples designar não é passível de verdade ou falsidade:

https://www.youtube.com/watch?v=OGBqRZUWriQ&t=42s

3)       Enrico Berti – A linguagem no pensamento de Aristóteles. Mediante a linguagem, conseguimos explicar o mundo da experiência. Linguagem, em grego, diz-se lógos, se por linguagem entendemos o modo de exprimir-se e comunicar-se que é próprio dos seres humanos. Aristóteles dedica um pequeno tratado à linguagem. Trata-se do Perì Hermēneías (De Interpretatione). Hermenēia significa interpretação, mas também explicação. No começo do tratado, Aristóteles procura estabelecer o que é o nome, o verbo, a afirmação, a negação, a enunciação e o discurso. Os sons que acompanham a voz, a saber, as palavras, são símbolos (sýmbola) das afecções (sentimentos, pensamentos, conteúdos psíquicos) que estão na alma, e os sinais escritos são símbolos das palavras que estão na voz. No grego de Aristóteles, símbolo (sýmbolon) indicava as duas partes em que se partia, por exemplo, um vaso. Estas duas partes, por se tratarem de peças do mesmo vaso, encaixavam-se com justeza uma na outra. Símbolo é exatamente este encaixar-se perfeitamente de uma parte n’ outra. Ora, entre as palavras e os conteúdos da alma ocorre justamente este encaixar-se preciso. Assim, a linguagem se encaixa no pensamento (os conteúdos da alma) para formar com ele um todo uno. Também as palavras escritas são símbolos das palavras pronunciadas pela voz. Mas há diversas línguas, existe uma diversidade de palavras. Todavia, se as palavras não são idênticas para todos os homens, senão que são diversas segundo cada língua, as afecções da alma, das quais as palavras são sinais (sinal aqui é tomado como sinônimo de símbolo), são idênticas para todos. Em outras palavras, se a linguagem se diversifica segundo as línguas, o seu conteúdo, vale dizer, as afecções da alma (conteúdos mentais), das quais ela é símbolo ou sinal, são sempre as mesmas em todos os seres humanos. Mas as afecções são o quê? O termo usado geralmente para designá-las é imagens das coisas. Boécio, o primeiro tradutor latino da obra, verte o grego homoimata por similitudines (similitudes). E, de fato, a expressão homoimata vem do termo hómoios, que designa semelhante. Contudo, com a palavra homoimata indica-se também o resultado de um processo que se chama homoíōsis, que significa assimilação (assimilatio). No De Anima, Aristóteles explica como acontece este processo de assimilação. Quando a alma, que aqui significa o sujeito cognoscente, conhece um objeto, assume a forma deste objeto sem a matéria. Conhecer consiste, portanto, na alma assumir as formas dos objetos sem a matéria. Os conteúdos da alma são assim assimilações dos objetos, das suas formas, não só das formas sensíveis, senão das inteligíveis, como a da água: H2O. A linguagem é, então, a forma com que o homem expressa este processo de assimilação. Tal processo é composto: pelas palavras, que são diversas segundo cada língua, pelas afecções da alma, que são as mesmas para qualquer ser humano, e pelas coisas que o sujeito cognoscente conhece, que também são as mesmas para todos os seres humanos. Há, pois, uma relação intrínseca entre a linguagem, os conteúdos da alma e as coisas. Ora, é esta íntima relação que faz Aristóteles partir da linguagem para compreender como as coisas são, como é feita a realidade:

https://www.youtube.com/watch?v=Wb-rMYubITU&t=689s

4)       Paola Muller – A linguagem no pensamento de Agostinho. Quanta riqueza há na distinção entre voz e palavra, signo e res. A linguagem é feita de palavras e estas são dotadas de sentido. A voz é um veículo para que a palavra de um interlocutor chegue a. outro. A palavra é signo e ser signo é ser algo que aponta para outra coisa. A palavra é, pois, ao mesmo tempo, signo e som. A palavra proferida é, enfim, algo que pode ser compreendido por quem a escuta. O signo pode ser natural, quando manifesta algo sem intenção, e intencional, quando emitido com a intenção de manifestar alguma coisa. As palavras são signos intencionais. Os signos podem significar também outros signos ou coisas diversas dos signos, por exemplo, caminhar, parede, mesa e mesmo conceitos. Estes últimos precisam ainda de outras palavras para ser entendidos. A coisa (res) significada pelo signo vai além dele. O conhecimento é complexo. Ele não diz respeito apenas ao conhecimento da palavra e da coisa, senão que envolve o conhecimento do significado do signo que significa a coisa. De modo que, se por um lado, não pode haver comunicação sem signo, por outro, o signo por si só não pode nos ensinar nada. Primeiro, eu preciso conhecer a coisa para só depois conseguir conectar o seu signo a ela. E a única forma de conhecer a coisa (res) é a percepção direta. A palavra se torna assim mais do que expressão de um pensamento, torna-se uma admoestação à pesquisa do real:

https://www.youtube.com/watch?v=rvkTzlS5BLQ&t=471s

5)       Onorato Grassi – A linguagem na escolástica medieval. A Escolástica da qual passamos a falar sucintamente é, numa primeira acepção, um saber filosófico-teológico, mas também médico e jurídico, que floresceu nas escolas, máxime nas universidades, nos séculos XII, XIII, XIV, mas também nos seguintes. Há até mesmo uma divisão não rigorosa do período: a Escolástica primitiva (1050-1200), o apogeu da Escolástica (1200) e a tarda Escolástica (1300-1550). O saber, na Escolástica, constituía-se de ensino e estudo, mas destinava-se ainda à pregação. Noutra acepção, a Escolástica é uma tentativa, por muitos aspectos bem-sucedida, de conciliar uma tradição religiosa com uma filosófica. Na Escolástica latina (houve também uma hebraica e mulçumana), estas tradições eram o cristianismo e a filosofia grega, sobretudo o aristotelismo. Esta tentativa pode ser resumida com a célebre frase de Anselmo de Aosta: fides quaerens intellectum, a fé busca uma inteligência, uma justificação racional. Assim, o método escolástico consiste numa aplicação da ratio (mais especificamente da dialética) ao ensinamento e à pesquisa. Na Escolástica, há uma passagem da argumentação per auctoritatem à per rationem. A argumentação por autoridade, claro, não é de todo eliminada, mas doravante é mister que se dê as razões das próprias posições, resolvendo racionalmente os problemas. Desta maneira, gradualmente ocorre a passagem da lectio, que é a leitura e interpretação de um texto, à quaestio ou disputatio. A linguagem escolástica nasce, pois, precisamente dentro deste contexto. A língua da linguagem da Escolástica é o latim que, de resto, é a língua universal da época. E o latim escolástico é mormente uma língua que se confronta com a tradição grega, buscando traduzir fórmulas, palavras e frases. Na verdade, o latim escolástico revela-nos a alma da linguagem escolástica e da própria Escolástica, que se apresenta exatamente como uma complexa obra de tradução e assimilação de uma tradição cultural. De mais a mais, é preciso observar que, como muitas obras gregas, antes de serem traduzidas para o latim, o são para o árabe, a linguagem escolástica incorpora também algumas palavras provindas das traduções árabes. Contudo, há também obras traduzidas diretamente do grego, inclusive há palavras que permanecem na sua forma grega e não são mais que transliterações do grego (democracia, oligarquia etc.). Existe, não se pode negar, uma avaliação negativa (oriunda do século XIV) dirigida à linguagem filosófica e argumentativa que se consolidou na Escolástica. A ela foi contraposta uma linguagem poética, assim como aos conceitos supostamente abstrusos dos escolásticos foi contraposta uma linguagem mais comum, mais concreta. A linguagem escolástica foi julgada, enfim, demasiada abstrata, artificiosa. Seus críticos preferiram colocar a linguagem filosófica — até então rigorosamente construída— mais em contato com o senso comum. Mas qual é, afinal, este saber presumidamente obscuro? Ora, o saber que na linguagem escolástica é comunicado e transmitido é formulado especificamente como discurso. A linguagem da Escolástica não é, de fato, uma linguagem preponderantemente poética, alusiva, intuitiva ou que usa de imagens. Trata-se, antes, de um saber que busca precipuamente conformar-se e confrontar-se com a ciência. E a linguagem que transmite este saber se pretende, por conseguinte, epistêmica, científica, vale dizer, formada por silogismos demonstrativos. Daí que do trivium, que a época medieval cultiva (gramática, dialética e retórica), é a dialética, isto é, a lógica, que desempenha um papel de primeiro plano. Neste sentido, pode-se afirmar que, neste período, a gramática e a retórica estão subordinadas à dialética, à lógica. Mas o que é a dialética? É o estudo das leis que governam o discurso e a própria natureza. A dialética busca determinar ou definir o significado das palavras, a fim de que os homens previamente se entendam e assim possam começar a discutir com certeza sobre o mesmo assunto. O DNA da Escolástica é, então, tentar esclarecer preliminarmente aos debatedores qual será o objeto que estará em discussão, o objeto sobre qual se pretende discorrer. Com efeito, a linguagem, mais do que qualquer coisa, é veiculo de comunicação; sua pretensão prevalente, portanto, é de se fazer entender com correção por todos. Mas, para que isso aconteça, é preciso que a linguagem reflita sobre a própria linguagem. Destarte, a linguagem Escolástica foi também uma linguagem que reflete sobre a linguagem. A linguagem é sim instrumento que comunica, mas também deve ser ela mesma objeto de indagação:

https://www.youtube.com/watch?v=ZIiMiJk7f-o&t=268s

6)       Maurizio Migliori, da mesma escola hermenêutica (que dá ênfase às doutrinas não escritas de Platão) e discípulo de Giovanni Reale, é docente de filosofia antiga na Università di Macerata. Macerata tem-se tornado um prolongamento da escola de Tübingen e Milão. Seu principal contributo é a defesa da existência de uma abordagem multifocal da realidade em Platão. Baseado nas obras de Migliori Il disordine ordinato. La filosofia dialettica di Platone (2 v) e Platone, as estudantes Francesca Eustacchi, Federica Piangerelli e Giada Capasso idealizaram, projetaram e produziram um documentário didático — dirigido por Aldo Caldarelli — sobre a obra do filósofo grego: Πλτων (Platão). A ordem seguida na série é a seguinte: primeiro, um vídeo no qual Migliori interpreta Platão; depois, outro no qual demonstra, a partir dos textos platônicos, a veracidade da interpretação; por fim, há uma discussão na qual os discentes explanam sobre o assunto explicado pelo professor:

https://www.youtube.com/watch?v=ZfypQy2Bs8w&list=PLE2I_15bdpWbr_Vdh16kPGgeCpHCApX8n&index=1

7)       Giuseppe Girgenti:

a)       Sócrates e Alcebíades: conhece-te a ti mesmo no diálogo com o outro:

https://player.vimeo.com/video/92720196

b)        O indivíduo e o absoluto:

https://www.youtube.com/watch?v=-kPVfDOWQOM&t=715s

c)       Agostinho:

https://www.youtube.com/watch?v=EJbCkHojiwc&t=524s

d)        Filosofia Política. Platão e Aristóteles:

https://www.youtube.com/watch?v=Jgp-FxgT7PA

e)       Introdução a “A Cidade de Deus” de Agostinho:

https://www.youtube.com/watch?v=N2xWZUAjRho

f)       Introdução ao “De Trinitate” de Agostinho:

https://www.youtube.com/watch?v=JlLbi8Hr7mU 

g)       As “Confissões” de Agostinho:

https://www.youtube.com/watch?v=mHdpw-h72wU

8)        Artigos de Josef Pieper, por Hottopos:

 http://www.hottopos.com/4.htm#josef

9)       Luiz Jean Lauand, por Hottopos:

http://www.hottopos.com/4.htm#jean

 Sobe |    
  Copyright © filosofante.org.br 2008 - Todos Direitos Reservados