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Tomás de Aquino
Postado em:02/04/2016 às 15:51 
A Ética Filosófica em Tomás de Aquino
Como diria Gonzaguinha, começaria tudo outra vez, se preciso fosse! Certamente não da mesma forma, até porque  nu...
Postado em:28/03/2015 às 23:49 
Humildade e exaltação: A dinâmica do amor
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Deus é um seio – Narrativas evangélicas
No filme de Mel Gibson, A Paixão de Cristo, o que mais me impressionou foi a absoluta fidelidade de Nosso Senhor a Ele m
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Marxismo: A “sacrossanta” anulação do amor ao próximo por amor à humanidade
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Postado em:30/09/2014 às 17:54 
Deus, Filosofia e Vida – Uma primeira aproximação
Há muito escrevi este texto. Não faço ideia em que gênero literário enquadrá-lo.  Também não julgo que seja desti...
Destaques
por: - Data:02/04/2016 às Horário: 15:51
A Ética Filosófica em Tomás de Aquino
Anexos do Artigo: 

Como diria Gonzaguinha, começaria tudo outra vez, se preciso fosse! Certamente não da mesma forma, até porque  nunca mais serei o mesmo depois deste biênio desafiador, de tantos enfrentamentos, ansiedades acionadas e controladas. Foi uma guerra, mas combati o bom combate. E espero ter muito trabalho pela frente. Antes, porém, quero celebrar esta vitória. Começo por agradecer a todos os meus superiores e colegas. Sem eles eu não teria chegado até aqui, até a esta conquista. Fiquei extremamente impressionado com o modo respeitoso com o qual o Prof. De Boni, uma sumidade, tratou o meu trabalho, indicando-me quais novas portas podem ser abertas a partir do meu esforço. Estou em tratamento, em repouso para me recuperar, porque este trabalho foi feito com alma. Ainda me emociono. Logo quero dar um passo adiante. 

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Para a Segunda Edição

Sou apaixonado por este trabalho. Apegado a ele. Recordo emocionado o duro que dei para fazê-lo. Já lia espanhol, estudei o básico do grego clássico e do latim, fiz proficiência em francês e um curso de italiano com o Prof. Vito Nunziante (de feliz memória). Não sou um erudito em línguas! Pensei em tudo para ele ficar um brinco, pulcro (diriam os escolásticos). Queria dar o melhor para a Instituição e, não minto, queria chegar a um doutorado. Como usei muito Lima Vaz, meus superiores e eu conseguimos para minha Banca um jesuíta que foi aluno dele e ajudou a reunir os manuscritos que vieram a se tornar os seus famosos Escritos de Filosofia. Trata-se do Prof. Aloir Pacini. Como usei a edição bilíngue da Contra Gentiles e uma monolíngue do Compendium, ambas traduzidas por D. Odilão Moura e revisadas por Luis Alberto de Boni, a Providência divina colocou em minha Banca também o Prof. Luis Alberto De Boni, um dos maiores medievalistas do mundo. Depois soube que o professor foi aluno de Rahner, Metz, Kasper e outros (De tremer na base). Por fim, aconselhado pelo mesmo Prof. De Boni na Banca, procurei ler a obra Paradigma Teológico de Tomás de Aquino e conhecer seu autor, Frei Carlos Josaphat. Frei Carlos foi o coordenador e um dos tradutores da edição bilíngue da Summa Theologiae da Loyola que usei no meu trabalho. É professor emérito da Universidade de Fribourg (Suiça). Foi aluno de Jacques Maritain e para a escola dominicana francófona é o maior especialista na IIa. parte da Summa Theologiae vivo do mundo (Fiquei com as pernas bambas quando falei com o Frei por telefone). De minha parte posso dizer (embora não goste muito deste verbo): eu adoro Tomás de Aquino, sem cair (assim espero) num tomascentrismo! O livro foi bem saudado. Pequenos cochilos e patinadas são inevitáveis, daí a segunda edição. Ademais, o homem parece ter sido mesmo feito para aprender (indiretamente) também com a erronia: “Devem escutar-se as opiniões dos Antigos, por vetustas que sejam, pois assim podemos apropriar-nos do que falaram certo e evitar o que disseram de errôneo” (TOMÁS DE AQUINO. Sentencia De anima, lib. 1, 2, n. 15. In: NUNES, Ruy da Costa. História da educação na Idade Média. 2ª ed. São Paulo: Kírion, 2018. p. 270). Não deixem de curtir e compartilhar!


“O homem que realmente tentou juntar o sistema filosófico de Aristóteles e a teologia cristã em um todo harmonioso foi o frade dominicano Santo Tomás de Aquino. Voltando-se para trás, a olhar o cenário medieval através dos séculos que se passaram desde que Santo Tomás viveu e escreveu, pode-se esquecer que ele foi um inovador e que parecia aos seus contemporâneos um pensador ‘avançado’.” (COPLESTON, Frederick. Filosofia Medieval: uma introdução. Trad. Wilson Filho Ribeiro de Almeida. Curitiba: Livraria Danúbio Editora, 2017. p. 87).

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