Várzea Grande/MT,
-
1 Usuário Online
Já temos  visitas
desde o dia 03/03/2008
  MENU
  FILOSOFIA
  TEOLOGIA
- Sites de Teologia
- Sites de Filosofia
- A Ética Filosófica em Tomás de Aquino
- Humildade e exaltação: A dinâmica do amor
- Deus é um seio – Narrativas evangélicas
- Marxismo: A “sacrossanta” anulação do amor ao próximo por amor à humanidade
- Deus, Filosofia e Vida – Uma primeira aproximação
Tomás de Aquino
Postado em:02/04/2016 às 15:51 
A Ética Filosófica em Tomás de Aquino
Como diria Gonzaguinha, começaria tudo outra vez, se preciso fosse! Certamente não da mesma forma, até porque  nu...
Postado em:28/03/2015 às 23:49 
Humildade e exaltação: A dinâmica do amor
Apesar de lançado agora, há muito escrevi este artigo. O autor do livro do Eclesiástico afirma: “Não ordenou a ninguém s
Postado em:01/03/2015 às 15:28 
Deus é um seio – Narrativas evangélicas
No filme de Mel Gibson, A Paixão de Cristo, o que mais me impressionou foi a absoluta fidelidade de Nosso Senhor a Ele m
Postado em:17/12/2014 às 12:34 
Marxismo: A “sacrossanta” anulação do amor ao próximo por amor à humanidade
Um dos rituais judaicos para expiação dos pecados consistia no fato de toda comunidade colocar as mãos sobre um bode e c
Postado em:30/09/2014 às 17:54 
Deus, Filosofia e Vida – Uma primeira aproximação
Há muito escrevi este texto. Não faço ideia em que gênero literário enquadrá-lo.  Também não julgo que seja desti...
Trabalhos Acadêmicos
por: - Data:19/04/2011 às Horário: 19:34
Hobbes, Locke e Hume: do empirismo ao ceticismo
Anexos do Artigo: 

Nosso texto trata de três pensadores britânicos, Thomas Hobbes e John Locke, que viveram no século XVII, e David Hume, que viveu no século XVIII. Através deste ensaio esmeramos mostrar como o empirismo inglês, que despontou com Hobbes, consolidou-se com Locke, desembocando no ceticismo de Hume. Para tanto, será necessário não só apontar os pontos convergentes que há entre eles, mas também os que os distinguem.

No que toca a Hobbes, procuraremos estabelecer, antes de tudo, o modo como ele defende a primazia da experiência; posteriormente, concentraremos esforços em compreender como ele pensa a sensação e o objeto desta sensação. Em seguida, deter-nos-emos em mostrar qual a função da imaginação e o que ele entende por pensamento. Por fim, não nos poderemos furtar em desenvolver algumas das suas concepções referentes à origem da linguagem, à sua finalidade, bem como ao seu conceito de razão como cálculo e como ele entende o nascimento da ciência.

Em Locke trabalharemos alguns conceitos. Antes de tudo, frisaremos o seu conceito de mente como uma tábula rasa. No bojo deste conceito, destacaremos a sua crítica às ideias inatas de Descartes, enquanto defende que a origem de todos os conhecimentos advém da experiência. Em seguida, arrolaremos as quatro fases que, na concepção de Locke, constituem o “modus operandi” da nossa mente: intuição, síntese, análise e comparação. Concomitantemente a estas fases tentaremos delinear qual seja o seu conceito de ideias e como ele as divide em ideias simples, ideias complexas, ideias gerais e ideias abstratas. Ainda dentro da sua noção de ideias simples, mostraremos como ele distingue as ideias simples perceptivas, oriundas da experiência externa das ideias simples reflexivas, procedentes da experiência interna, através da diferença que ele estabelece entre percepção e reflexão.

Depois, evidenciaremos como ele arrazoa a sua crítica à noção de substância, distinguindo a ideia de substância particular da ideia de substância geral, e como ele arrasta esta crítica à noção de essência, que ele distingue, por sua vez, em essência nominal e essência real. Por fim, empreenderemos esforços para coligir as suas principais considerações acerca do conhecimento em si mesmo. O que ele é e quais são os seus diversos modos: intuitivo, demonstrativo e sensitivo.

Em Hume, também frisaremos que a fonte de todos os nossos conhecimentos é a experiência. Iremos acentuar também o seu conceito de percepção e como ele divide as nossas percepções, que constituem todo o conteúdo da nossa mente, em impressões e ideias. Em seguida, ressaltaremos a diferença que estabelece entre impressão e ideia e como distingue as ideias simples das ideias complexas. Acerca disto, salientaremos ainda as fontes das ideias complexas: a semelhança, a contiguidade de espaço e tempo e causa e efeito. Dentre outras coisas, tentaremos compendiar o seu pensamento no que concerne ao papel do hábito ou costume e da crença para as conexões entre as nossas ideias. Neste sentido, distinguiremos com ele crença e ficção. Por fim, tentaremos tornar patente a sua crítica ao conceito de substância e de sujeito.

Feitas estas abordagens, passaremos às considerações finais do trabalho, onde procuraremos tornar manifesta a contribuição de ambos para a história do empirismo moderno e como Hume inaugura o ceticismo a partir do empirismo.

No que concerne à bibliografia, seguiremos de perto duas obras. De Hobbes, lançaremos mão da primeira parte, máxime dos cinco primeiros capítulos do Leviatã, na sua edição brasileira pela Nova Cultural, que conta com tradução de João Paulo Monteiro e Maria Beatriz Nizza da Silva. Em Locke, adotaremos o Ensaio Acerca do Entendimento Humano, na sua edição brasileira pela Nova Cultural, que remonta ao ano 2000, com tradução de Anoar Aiex. Para abordarmos o pensamento de Hume, frequentaremos a Investigação Acerca do Entendimento Humano, pela edição brasileira também da Nova Cultural, do mesmo ano que a supracitada e trazida ao vernáculo pelo mesmo tradutor.

Segue anexa: versão revista, corrigida e ligeiramente ampliada pelo autor

 Sobe |    
   Documentos da notícia:
 Hobbes_Locke_Hume.pdf
  Copyright © filosofante.org.br 2008 - Todos Direitos Reservados