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- A Ética Filosófica em Tomás de Aquino
- Humildade e exaltação: A dinâmica do amor
- Deus é um seio – Narrativas evangélicas
- Marxismo: A “sacrossanta” anulação do amor ao próximo por amor à humanidade
- Deus, Filosofia e Vida – Uma primeira aproximação
Tomás de Aquino
Postado em:02/04/2016 às 15:51 
A Ética Filosófica em Tomás de Aquino
Como diria Gonzaguinha, começaria tudo outra vez, se preciso fosse! Certamente não da mesma forma, até porque  nu...
Postado em:28/03/2015 às 23:49 
Humildade e exaltação: A dinâmica do amor
Apesar de lançado agora, há muito escrevi este artigo. O autor do livro do Eclesiástico afirma: “Não ordenou a ninguém s
Postado em:01/03/2015 às 15:28 
Deus é um seio – Narrativas evangélicas
No filme de Mel Gibson, A Paixão de Cristo, o que mais me impressionou foi a absoluta fidelidade de Nosso Senhor a Ele m
Postado em:17/12/2014 às 12:34 
Marxismo: A “sacrossanta” anulação do amor ao próximo por amor à humanidade
Um dos rituais judaicos para expiação dos pecados consistia no fato de toda comunidade colocar as mãos sobre um bode e c
Postado em:30/09/2014 às 17:54 
Deus, Filosofia e Vida – Uma primeira aproximação
Há muito escrevi este texto. Não faço ideia em que gênero literário enquadrá-lo.  Também não julgo que seja desti...
Os Padres Gregos
por: - Data:12/07/2010 às Horário: 17:44
Justino: O Pai do Humanismo Cristão
Anexos do Artigo: 

Este artigo versa sobre o pensamento de Justino, filósofo e mártir cristão do século II. Descreveremos o seu itinerário espiritual pelas escolas filosóficas (peripatética, pitagórica e estóica) da antiguidade tardia até o seu encontro com o platonismo e a sua conversão ao cristianismo, no qual encontrou a realização do seu ideal de filósofo: buscar Deus, encontrá-Lo e permanecer unido a Ele. Apreciaremos a sua doutrina acerca do logos; segundo a mesma, Cristo – Logos total –, teria iluminado os filósofos de antanho. De acordo com esta concepção, os filósofos da antiguidade teriam possuído parcialmente o logos, mediante “razões seminais”. Por esta participação, teriam chegado a conhecer certas verdades concernentes a Deus e aos costumes, o que fez com que muitos deles vivessem uma vida de acordo com a virtude, merecendo-lhes o epíteto de “cristãos antes de Cristo”. Ainda segundo Justino, isto os tornaria ancestrais dos cristãos e faria com que as doutrinas verazes por eles esposadas pertencessem, de jure, aos cristãos que vivem em conformidade com o Verbo total, revelado em Cristo, Verbo Encarnado. Então, os seus seguidores, se quiserem permanecer fiéis a eles, devem aderir ao cristianismo, onde se encontra a plenitude do Logos. Após considerarmos estes aspectos do pensamento de Justino, teceremos os comentários finais sobre o texto, onde concluiremos ser o nosso filósofo o pai do humanismo cristão e iniciador de uma cristianização da história da humanidade.

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   Documentos da notícia:
 Justino_Pai_Humanismo_Cristao.pdf
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