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Tomás de Aquino
Postado em:02/04/2016 às 15:51 
A Ética Filosófica em Tomás de Aquino
Como diria Gonzaguinha, começaria tudo outra vez, se preciso fosse! Certamente não da mesma forma, até porque  nu...
Postado em:28/03/2015 às 23:49 
Humildade e exaltação: A dinâmica do amor
Apesar de lançado agora, há muito escrevi este artigo. O autor do livro do Eclesiástico afirma: “Não ordenou a ninguém s
Postado em:01/03/2015 às 15:28 
Deus é um seio – Narrativas evangélicas
No filme de Mel Gibson, A Paixão de Cristo, o que mais me impressionou foi a absoluta fidelidade de Nosso Senhor a Ele m
Postado em:17/12/2014 às 12:34 
Marxismo: A “sacrossanta” anulação do amor ao próximo por amor à humanidade
Um dos rituais judaicos para expiação dos pecados consistia no fato de toda comunidade colocar as mãos sobre um bode e c
Postado em:30/09/2014 às 17:54 
Deus, Filosofia e Vida – Uma primeira aproximação
Há muito escrevi este texto. Não faço ideia em que gênero literário enquadrá-lo.  Também não julgo que seja desti...
Dos Atributos Divinos
por: - Data:05/07/2010 às Horário: 16:48
Agostinho: Deus é o próprio ser porque é imutável
Anexos do Artigo: 

Neste pequeno artigo trataremos dos fundamentos da teologia natural de Agostinho. Abordá-la-emos por tópicos. Antes de tudo, mostraremos que, em Agostinho, as criaturas são como que degraus que nos ascendem a Deus. Em seguida, tentaremos evidenciar que o conhecimento de Deus que nos é proposto por suas criaturas é um conhecimento negativo, ou seja, por meio delas conhecemos menos o que Deus é e mais o que Ele não é. Depois disso, esmeraremos por frisar que, embora as criaturas não nos deem a conhecer o que Deus é em si mesmo, pelas escalas de perfeições que elas nos apresentam, elas nos apontam para a existência de um ser supremo, suprema perfeição, que Deus é. Por fim, consoante a revelação do nome de Deus a Moisés, esforçar-nos-emos por patentear que, em Agostinho, Deus é o sumo ser porque é imutável.

Lançaremos mão de algumas obras de Agostinho: A Trindade, com tradução de Augustino Belmonte pela Paulus; A Doutrina Cristã, com tradução de Nair de Assis Oliveira, também pela Paulus, e Confissões, com tradução de Maria Luiza Jardim Amarante pela Paulus. Também disporemos dos clássicos de Étienne Gilson: La Philosophie au Mon Âge. De Scot Érigène à Guilllaume d’Occam (1922), na versão modificada – La Philosophie au Mon Âge. Dès Origines Patristiques à la Fin du XIV – de 1944. A tradução que seguiremos, no caso, será a brasileira, feita por Eduardo Brandão e lançada pela editora Martins Fontes, em 1995: A Filosofia na Idade Média. Valer-nos-emos, além disso, da História da Filosofia Cristã. Desde as Origens até Nicolau de Cusa (1951) – parceria de Gilson com Philotheus Boehner –, trazida para o vernáculo pelo Prof. Raimundo Vier, em 1970, a partir da edição alemã: Christliche Philosophie – von ihren Anfaengen bis Nikolaus von  Cues (1952 a 1954). 

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   Documentos da notícia:
 Agostinho_Deus_Ser_Imutavel.pdf
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