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Tomás de Aquino
Postado em:02/04/2016 às 15:51 
A Ética Filosófica em Tomás de Aquino
Como diria Gonzaguinha, começaria tudo outra vez, se preciso fosse! Certamente não da mesma forma, até porque  nu...
Postado em:28/03/2015 às 23:49 
Humildade e exaltação: A dinâmica do amor
Apesar de lançado agora, há muito escrevi este artigo. O autor do livro do Eclesiástico afirma: “Não ordenou a ninguém s
Postado em:01/03/2015 às 15:28 
Deus é um seio – Narrativas evangélicas
No filme de Mel Gibson, A Paixão de Cristo, o que mais me impressionou foi a absoluta fidelidade de Nosso Senhor a Ele m
Postado em:17/12/2014 às 12:34 
Marxismo: A “sacrossanta” anulação do amor ao próximo por amor à humanidade
Um dos rituais judaicos para expiação dos pecados consistia no fato de toda comunidade colocar as mãos sobre um bode e c
Postado em:30/09/2014 às 17:54 
Deus, Filosofia e Vida – Uma primeira aproximação
Há muito escrevi este texto. Não faço ideia em que gênero literário enquadrá-lo.  Também não julgo que seja desti...
Fé e Razão
por: - Data:10/06/2010 às Horário: 16:31
Fé e Razão em Duns Escoto
Anexos do Artigo: 

Embora a síntese de Tomás, a princípio, tenha conseguido refutar o averroísmo latino, este ainda persiste e consegue confundir os espíritos. Se o século XIII foi marcado pelas grandes sínteses entre fé e razão, o XIV se apresenta, em larga medida, como um século de críticas a estas sínteses. Com efeito, o que era apenas uma distinção entre fé e razão, vai tornando-se uma verdadeira separação. Duns Escoto é o primeiro pensador a quem o espírito do século XIV parece manifestar-se com maior nitidez. Contudo, o Doutor Sutil não leva a termo esta separação entre razão e fé; contenta-se, pois, em elaborar uma distinção que, conquanto fosse bem mais rigorosa e radical que a de Tomás de Aquino, não se apresenta ainda como uma completa oposição entre os dois domínios.

 Queremos, neste artigo, mostrar um pouco do desenrolar deste drama. Procederemos de forma sintético-analítica. Numa visão de conjunto, abordaremos, antes de tudo, qual seja a concepção de Escoto acerca da metafísica e da teologia, seus objetos e seus limites, bem como as razões pelas quais as duas ordens do conhecimento comportam domínios distintos em seu pensamento. Em seguida, retomaremos a temática, desta feita, abordando-a por partes. Estabeleceremos, em primeiro lugar, o que, em Escoto, pertence à filosofia e à teologia, esclarecendo quais são os seus respectivos objetos e os limites impostos pelos mesmos. Ressaltaremos, ademais, em que consiste a distinção que ele cunha entre o conhecimento em si e o conhecimento em nós; posteriormente, a partir desta distinção basilar, distinguiremos o que seja a teologia em si e o que seja a teologia em nós, explicando, além disso, o que ele entende por verdades teológicas necessárias e verdades teológicas contingentes. Esmeraremos, enfim, por mostrar como ele defende a necessidade da revelação, a partir da sua concepção da teologia como uma ciência prática, posto que fundada no conhecimento do nosso fim último, o qual, por sua vez, só pode ser conhecido mediante a revelação. Por fim, passaremos às considerações finais do texto.

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   Documentos da notícia:
 Duns_Escoto_fe_razao.pdf
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