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- A Ética Filosófica em Tomás de Aquino
- Humildade e exaltação: A dinâmica do amor
- Deus é um seio – Narrativas evangélicas
- Marxismo: A “sacrossanta” anulação do amor ao próximo por amor à humanidade
- Deus, Filosofia e Vida – Uma primeira aproximação
Tomás de Aquino
Postado em:02/04/2016 às 15:51 
A Ética Filosófica em Tomás de Aquino
Como diria Gonzaguinha, começaria tudo outra vez, se preciso fosse! Certamente não da mesma forma, até porque  nu...
Postado em:28/03/2015 às 23:49 
Humildade e exaltação: A dinâmica do amor
Apesar de lançado agora, há muito escrevi este artigo. O autor do livro do Eclesiástico afirma: “Não ordenou a ninguém s
Postado em:01/03/2015 às 15:28 
Deus é um seio – Narrativas evangélicas
No filme de Mel Gibson, A Paixão de Cristo, o que mais me impressionou foi a absoluta fidelidade de Nosso Senhor a Ele m
Postado em:17/12/2014 às 12:34 
Marxismo: A “sacrossanta” anulação do amor ao próximo por amor à humanidade
Um dos rituais judaicos para expiação dos pecados consistia no fato de toda comunidade colocar as mãos sobre um bode e c
Postado em:30/09/2014 às 17:54 
Deus, Filosofia e Vida – Uma primeira aproximação
Há muito escrevi este texto. Não faço ideia em que gênero literário enquadrá-lo.  Também não julgo que seja desti...
Fé e Razão
por: - Data:07/06/2010 às Horário: 19:09
Boaventura: Ratio est instrumentum fidei
Anexos do Artigo: 

Conduzir o homem a Deus, este é o objetivo da filosofia de Boaventura. Ela nada mais é do que uma estação na nossa viagem de volta ao Criador. Entretanto, para que a filosofia sirva eficazmente a este fim, importa que ela esteja sempre subordinada à teologia. Ainda que perca com isso a sua autonomia, a filosofia ganha um novo e maior significado para o homem, pois se torna o ponto de transição entre a fé pura e a teologia. A filosofia sucede à fé e, ipso facto, pressupõe-na, mas precede a teologia. Nosso artigo pretende mostrar como estas questões se articulam na obra do mestre franciscano. Tentaremos estruturá-lo mediante duas tríades. A primeira delas é: amor, fé e filosofia. A primazia cabe ao amor, pois por ele nossa vontade assente a Deus pela fé e busca conhecê-lo: seja mediante a razão, elevando-se das criaturas ao Criador (filosofia), seja mediante a fé, aprofundando-se no conteúdo da mesma fé (teologia). Nesta fase, urge mostrar que, segundo Boaventura, aqueles que filosofaram fora da fé, caindo em terríveis erros, tiveram a sua inteligência obscurecida. A segunda tríade é: a graça, o Cristo e a prece. A graça crística é a cabeça desta tríade. Por ela, Deus corrige a vontade do homem, degenerada pelo pecado, para que, amando-O, adira a Ele pela fé e o busque quer pela filosofia e teologia, quer pela mística, a fim de alcançá-lo na visão da glória, que só ocorrerá na Pátria. Ora, só conseguimos ser renovados pela graça, se a suplicarmos pela oração. Nossa análise procurará encerrar-se pela consideração do filosofar na fé segundo São Boaventura.

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   Documentos da notícia:
 Sao_Boaventura_ratio_instrumentum_fidei.pdf
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