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Tomás de Aquino
Postado em:02/04/2016 às 15:51 
A Ética Filosófica em Tomás de Aquino
Como diria Gonzaguinha, começaria tudo outra vez, se preciso fosse! Certamente não da mesma forma, até porque  nu...
Postado em:28/03/2015 às 23:49 
Humildade e exaltação: A dinâmica do amor
Apesar de lançado agora, há muito escrevi este artigo. O autor do livro do Eclesiástico afirma: “Não ordenou a ninguém s
Postado em:01/03/2015 às 15:28 
Deus é um seio – Narrativas evangélicas
No filme de Mel Gibson, A Paixão de Cristo, o que mais me impressionou foi a absoluta fidelidade de Nosso Senhor a Ele m
Postado em:17/12/2014 às 12:34 
Marxismo: A “sacrossanta” anulação do amor ao próximo por amor à humanidade
Um dos rituais judaicos para expiação dos pecados consistia no fato de toda comunidade colocar as mãos sobre um bode e c
Postado em:30/09/2014 às 17:54 
Deus, Filosofia e Vida – Uma primeira aproximação
Há muito escrevi este texto. Não faço ideia em que gênero literário enquadrá-lo.  Também não julgo que seja desti...
Cultura e Educação Tomasiana
por: - Data:30/05/2010 às Horário: 23:12
Hugo de São Vitor: A teoria da ciência
Anexos do Artigo: 

A Escola de São Vitor era formada por cônegos agostinianos, que viviam numa abadia parisiense chamada São Vitor. Conhecida por suas tendências à mística acabou tornando-se, no século XII, o segundo paradeiro da mística cristã, ao lado dos cistercienses. Seus maiores expoentes foram: Hugo de São Vitor e seu aluno Ricardo de São Vitor.

Hugo nasceu 1096, era descendente de nobres. De origem saxônica, veio muito cedo a Paris onde teve por orientador o Prior Tomás, a quem sucedeu na escola. Hugo é teólogo de alto nível, tentou reunir o essencial das ciências sacras e profanas, ordenando-as para a contemplação de Deus. Intransigente quando se queria estudar o profano pelo profano, mas como místico instruidíssimo, não rejeitava nenhum saber que pudesse ser orientado para o amor a Deus. Morreu cedo, aos 44 anos de idade, em 1141.

O Didascalicon, obra de 1127, é composto de seis livros. Foi um dos primeiros escritos de Hugo e, do ponto de vista filosófico, o mais significativo. Na verdade, na íntegra a obra se chama: Didascálicon de Studio Legendi. No Prefácio, o autor, didaticamente, arrazoa o que pretende ensinar. Basicamente são três coisas, seguindo esta ordem: primeiro, o que se deve ler; segundo, em que ordem se deve ler; finalmente, como se deve ler.

Ora bem, com este intuito o autor divide a obra em duas partes. Na primeira parte trata do estudo das ciências, segundo esta ordem: primeiro, estabelece quais são elas; segundo, elenca qual seja a origem de cada uma delas e quais foram os seus inventores; terceiro, discrimina qual a prioridade no que concerne à ordem a ser seguida no estudo de cada uma delas, prescreve também a disciplina de vida exigida para a leitura de cada uma. A segunda parte obedece à mesma ordem no que se refere aos livros divinos.

Na nossa abordagem iremos ater-nos a expor, concisamente, a concepção de Hugo condizente à origem da filosofia e das ciências que a compõem. Com este fito, a nossa exposição seguirá de perto todos os onze capítulos do livro I e II do Didascálicon e o primeiro capítulo do livro III. Eles compreendem uma parte da primeira parte da obra de Hugo, na qual ele disserta acerca da origem e divisão das ciências que compõem a filosofia.

Vamo-nos valer da recente tradução para o português do Didascálicon Da arte de ler –, por Antonio Marchionni, lançado em edição bilíngue pela editora Vozes, em 2001.  A divisão em tópicos foi cunhada por nós e não oferece uma fronteira rigorosa entre os temas tratados. Tem apenas uma finalidade didática, querendo chamar a atenção do leitor para alguns movimentos conceptuais do texto. As constantes referências aos termos latinos também não obedecem a uma ordem rígida, propõem-se tão somente destacar ao leitor algumas peculiaridades da língua do autor.

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 Hugo_teoria_ciencia.pdf
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