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Tomás de Aquino
Postado em:02/04/2016 às 15:51 
A Ética Filosófica em Tomás de Aquino
Como diria Gonzaguinha, começaria tudo outra vez, se preciso fosse! Certamente não da mesma forma, até porque  nu...
Postado em:28/03/2015 às 23:49 
Humildade e exaltação: A dinâmica do amor
Apesar de lançado agora, há muito escrevi este artigo. O autor do livro do Eclesiástico afirma: “Não ordenou a ninguém s
Postado em:01/03/2015 às 15:28 
Deus é um seio – Narrativas evangélicas
No filme de Mel Gibson, A Paixão de Cristo, o que mais me impressionou foi a absoluta fidelidade de Nosso Senhor a Ele m
Postado em:17/12/2014 às 12:34 
Marxismo: A “sacrossanta” anulação do amor ao próximo por amor à humanidade
Um dos rituais judaicos para expiação dos pecados consistia no fato de toda comunidade colocar as mãos sobre um bode e c
Postado em:30/09/2014 às 17:54 
Deus, Filosofia e Vida – Uma primeira aproximação
Há muito escrevi este texto. Não faço ideia em que gênero literário enquadrá-lo.  Também não julgo que seja desti...
Cultura e Educação Tomasiana
por: - Data:22/04/2010 às Horário: 20:29
A educação em Agostinho
Anexos do Artigo: 

Estes apontamentos sobre a educação em Agostinho foram feitos a partir do opúsculo De Catechizandis Rudibus, obra catequética escrita a pedido do diácono Deogratias de Cartago, no ano 405 da nossa era. Ora, Deogratias era responsável por transmitir os rudimentos da fé cristã aos candidatos ao catecumenato.  Com efeito, ele se angustiava com a sensação de não conseguir passar o conteúdo da fé com clareza e entusiasmo: “Na verdade, o que mais te ouço lamentar é que a tua palavra te parece vulgar e sem elevação quando incitas alguém no cristianismo”. Julgava que só conseguia aborrecer os seus ouvintes com a sua fala. Na verdade, nem gostava de se ouvir falando. Por causa disso, resolveu pedir “socorro” a Agostinho, que lhe respondeu com este opúsculo.

Agostinho começa respondendo que o fato de o sermão de Deogratias não agradar a si mesmo, não significa que ele não esteja agradando aos seus ouvintes: “(...) procura entender que o teu discurso não desagrada aos outros assim como te desagrada”. Ademais, o próprio Agostinho confessa-lhe que seus próprios sermões nem sempre lhe agradam: “Também a mim me desagrada quase sempre o meu sermão”

O desejo de nos fazermos entender em tudo o que dizemos – acentua Agostinho – torna-nos quase sempre ansiosos e preocupados e isto pode tornar desagradável a nossa fala. Sem embargo, muitas vezes não é o nosso ensinamento que causa, mas é esta sensação de estarmos sendo enfadonhos que torna desgostosa a nossa fala sobre determinado assunto. Por conseguinte, conclui ainda o Doutor de Hipona: é quando com prazer ensinamos que com prazer somos ouvidos: “O fato é que somos ouvidos com maior prazer quando a nós mesmos nos agrada o nosso trabalho”.

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   Documentos da notícia:
 Educacao_Agostinho.pdf
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