A descoberta do “esse” no “ato do juízo” em Tomás de Aquino
Anexos do Artigo:
Seguindo o itinerário começado em artigos precedentes, importa, agora, fazermos uma análise a respeito de como podemos alcançar o esse – ato de ser (actus essendi) –, no nosso próprio processo cognoscitivo. Com efeito, na realidade das substâncias sensíveis, tal como nos aparecem, a essência (essentia) e o existir (esse) acham-se intimamente associados. Como, pois, distingui-los, para não confundi-los? Como, enfim, descobrir que eles não são exatamente idênticos, conquanto intrinsecamente unidos? Eis o papel epistemológico da teoria do juízo.